quarta-feira, 18 de março de 2009

Me perdoem a pressa...

correndo correndo feito aquele coelho da Alice feito o vento em velocidade máxima como o ônibus do filme como um pássaro que voa destemido e atravessa oceanos correndo sem tempo sem tempo aaaaaaaaiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii é uma busca desenfreada que cada momento parece um milésimo de segundo e pronto já foi já foi passou e fico... vaga demais obssessiva demais premente alerta cansada cheia de sonhos roubados como um beijo que não aconteceu como uma vida perdida um lapso uma inclinação para... ou qualquer coisa assim, como diria Caio F.

13 comentários:

glória disse...

Biba, que essa vida apressada não te faça ir para longe dessa vida escrita, compartilhada. que os coelhos te guiem os caminhos, que os guardas da rainha, se preciso for, "cortem a cabeça" daquilo que é preciso ir.bjs

Sara disse...

Correndo e nadando contra e a favor da corrente e do tempo!
Beijos, sorte... sempre!

Franzé Oliveira disse...

Corre que a vida é breve...

Bjos com ternura.

Beto Canales disse...

séc. 21

Letícia disse...

Biba,

Li seu texto de correria e ainda viver e respirar e, como diria o Caio F, "Quero outra vez um quarto todo branco e um par de asas. Mesmo de papelão."

Corra como o vento, Biba. E aprecie a paisagem.

Bjos.

Eduardo Matzembacher Frizzo disse...

É a tal da liquidez, Biba querida. Mas hoje o verbo me esganou. Estou seco. Amanhã (ou mais tarde, visto ser quase quatro da manhã), me manifesto. Um beijo.

Eduardo Matzembacher Frizzo disse...

Corremos, mas corremos tanto e de tal modo juntos, que se acaso cairmos, por certo ficaremos desamparados. Desamparados, ou ao menos com a ameaça do desemparado nos rondando a cada segundo, o que nos restará serão os vícios, sejam eles no que for, sejam eles de qual natureza for. Por essas e outras, que não vejo muitos benefícios nessa corrida desenfreada dos dias atuais. Mais me valia ser um Kant que nunca saiu da sua cidade ou um Bach compondo obras-primas para a capela local. Mas como isso infelizmente não é possível, e como provavelmente eu não sou genial, que ao menos tentemos sobreviver e continuar com as escrituras em meio a tanta correria, ainda que o bloco, elevando contra o sol, tenha de ser escrito assim mesmo, com os dedos quase voando por sobre as letras que nem sabemos como traçar. Por essas e outras, um beijo de quem ontem literalmente se sentiu esgotado, vazio de palavras já que ausente de todo e qualquer referencial para dizer seja lá o que fosse - e por isso, mais uma vez, tentando suprimir a falta, buscando gelo para essa lacuna, disse e disse e disse. Fique bem, Biba. E não corra tanto: faz mal para as articulações assim como para as conjunções frasais.

Biba disse...

Ah, Glorinha, faço o impossível para não viver longe da escrita. Essa vida apressada terá que se atenuar pois a gente tem limitações também.
Amei a foto nova!! Você está linda!!
Beijos
Carpe Diem!!!

Biba disse...

Beijo Sara! Vamos na luta diária!
Carpe Diem!!!

Biba disse...

Franzé, esse correr seu é diferente. Desse eu gosto. Mas sempre correr apreciando, tomando o gosto das coisas, sentido todo o prazer possível.
Beijão
Carpe Diem!!

Biba disse...

Pois é... séc 21. Eu queria ser uma mulher contemplativa lá do séc. 18...
Beijos,
Carpe Diem!!!

Biba disse...

Letícia é o que disse ao Franzé, eu quero correr e apreciar tudo também. Daí fico contente e me sinto preenchida.
Você também mudou de foto!! Eu vi outro dia e esqueci de comentar. Está muito linda!
Beijos,
Carpe Diem!!!

Biba disse...

Nossa Du, tenho que cuidar das conjunções frasais! Cometi algum deslize textual? Me avise. Quanto às articulações, como é uma corrida no sentido figurado, creio que consigo atenuar. Obrigada por vir aqui mesmo esgotado e voltar depois, dizendo coisas belas de se ouvir, como viver como Bach. Eu queria ser apenas uma mulher contemplativa do século 18. Já ia me sair melhor do que hoje.
Beijo, querido
Carpe Diem!!!