sexta-feira, 3 de outubro de 2008

Um cálice de vinho. Um aperto no peito. Soluço. Vontade de dizer que sim mesmo sabendo que pode não valer a pena. Mais um cálice de vinho. Tinto. Vontade daqueles braços me envolvendo por uma fração de segundos. Vontade de morrer de amor, como nos tempos idos. Ser mulher sublime, objeto de desejo inalcançável. Vontade de falar a língua dele e me fartar (n)dela. Sempre querendo esquecer o correto, o vazio, a penumbra.

6 comentários:

Caco disse...

:-)
(meu sorriso cúmplice aqui do outro lado da tela)
beijos

Biba disse...

Querido, como você me entende. Agora, eu tenho um sorriso cúmplice na face. Você pode sentir? Beijo beijo beijo

Adri Antunes disse...

nosotros é que nos entendemos....um bju e bom findi!!! pena que parece que o sábado tá tao triste quando o fim de semana passado. droga, por que os fins de semana nunca sao como as sextas????
bjussss

Biba disse...

Adri, querida, as sextas são reticentes. São: "será quê?" e a gente se esbalda nela. Sábados são muito estranhos e hoje o sábado está pra lá de estranho. Ignoto. Domingos... ai, são sempre tão deprês, não é?

Anônimo disse...

domingo...
deprê...
eu aqui te lendo (me lendo?)
e você?

Biba disse...

Anônimo, você se lendo em mim? Eu me lendo em você? Sim, domingo deprê, pra variar. Pelo menos, como disse a Adri, "nosotros é que nos entendemos" Você me entende, que eu sei. Bju.