sábado, 26 de abril de 2008

No olho do furacão

De dentro do olho do furacão
Vontade enorme de fugir
Dançar à toa... Viver à toa
Mas o furacão se enfurece
grunhe e leva a gente embora
Para longe do inexplicável
Para mais dentro do seu olho
inumano, irrascível, torto.
E a gente reza como se pecasse
por querer tanto a liberdade
Como se confundisse a própria
existência com esse olho que
da retina acaba escuro e triste

5 comentários:

ira disse...

Biba, é bom passar aqui. amei sua visita lá. a correria tem me deixado escrever pouco. é o mestrado, estou às portas da qualificação. e você como tá? beijo e paz

Biba disse...

Ira, estou bem, também muito atarefada e, por isso, escrevendo pouco também. Beijo e paz! Carpe Diem!

Jack disse...

Lindo isso, Biba, adorei.
Conheço bem essa prisão.

É isso mesmo:
a gente reza como se pecasse.
Que opressão.


Beijo grande, e fique bem!

Biba disse...

Jack, você esteve aqui!!! Nunca me esqueça, viu? Carpe Diem!

Anônimo disse...

Oi!
Sou do Parana, Maringa é cidade, estou escrevendo uma peça que se chama" No Olho do Furacão ", achei muito interessante o que esta escrito com o mesmo nome da minha peça e gostaria de saber se poderia usar este texto, talvez no programa da peça ou em alguma coisa de material de divulgação, queria saber o que vc acha!
Ok!
Meu email é marcoscirco@bol.com.br
Abraços!